the punkiest brat
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choukiobi:

never smile at a crocodile

This is england 86’ 

Quero gritar todo o meu inconformismo ao mundo injusto em que vivemos. Fodam-se os acomodados, o país precisa de esperança, de revolução, e não de sofá e televisão.
Para falar a verdade, esse ano eu não fiz a carteira de eleitor por vergonha de ter que escolher um prefeito “menos pior” para a minha cidade.

Oh, come on Eileen!

Pretty red dress, oh my thougths I confess, verge on dirty. Oh, come on, Eileen!

jodiddley:

Funeral Dress- I’m in love with Oi!

O embate.

Enquanto os soldados da costa, juntos dos seus, mais inexperientes, corriam ao encontro do terceiro homem com a armadura de ferro, Rebecca afastava um tanto, jogando-se na rua de terra. Queria ter os seguido, para dar algum tipo de apoio, mas a perna que havia sido altamente ferida “gritava” mais alto. Esta então encolheu-se em um alto brado de dor, abraçando os joelhos e abaixando a cabeça. Tinha que tirar todos daquele local antes que os nazistas resolvessem atacar novamente. Não estariam preparados para mais um confronto daqueles. Pegou então o walk-talk e comunicou-se com a costa. Mandou que reforçassem as proteções junto à costa. Deveriam ser rígidos e reforçar também a proteção aérea, pelo fato de que bombardeios poderiam ser evidentes, já que aqueles que aconteceram junto à pequena cidade, seriam apenas testes. Pediu então que mandassem a balsa de volta, para evacuar os soldados que ainda batalhavam contra aquele falso gigante. Nisso falou o último câmbio e desligou. Contorceu-se em mais um grito, e lágrimas rolaram por seu rosto. Arrastou-se ao outro lado da rua e foi vagarosamente ao encontro do embate que acontecia ao terceiro nazista. Não chegaria a tempo de ajudar, mas sim, queria ver a desenvoltura dos soldados em batalha. Esta precisaria arrecadar mais soldados e treiná-los logo. Mas para isto precisaria da colaboração dos habitantes da cidade, que precisariam de gana o suficiente para reconquistar sua cidade amada. Dava gritos e gemidos de dor ao arrastar-se, mas seus objetivos eram maiores do que qualquer “dorzinha”.


Nem sei por que postei isso. Le post interpretativo de hoje no fake.

Carta para uma menina supostamente “feia”.

Dói, né? Eu sei que dói… Ver todas aquelas meninas com corpo e cabelos perfeitos, chamando a atenção de todos ao redor, enquanto caminham oferecidamente. O rosto coberto por quilos e mais quilos de maquiagem - será que ninguém vê? As unhas impecáveis, enquanto as suas estão quebradas. Eu sei como é. Olhar-se no espelho e não querer acreditar no que vê. Achar defeitos em cada centímetro de seu corpo. Ver seus cabelos armados, suas olheiras ressaltadas, sua pele manchada e seu corpo sedentário, e querer desaparecer. Também sei como é se sentir inútil, desprezada, tola e incompreendida. Eu sei, eu sei. Dói. Mas sabe de uma coisa? Você, no seu pior dia, é muito melhor do que todas aquelas garotas manequins, juntas. Pois você é única. Você é uma combinação exclusiva de DNA. Uma combinação exclusiva de naturalidade, força, solidariedade e sinceridade. Sabe o quanto exige ser você mesma? É infinitamente mais fácil adequar-se ao padrão da sociedade, ser mais um boneco; pois não é necessário fazer decisão alguma. As palavras, já estão programadas, as ações estão estabelecidas. Mas aquelas meninas perfeitas, já não sabem mais quem são; com sorrisos falsos e palavras artificiais. Tudo o que você precisa ser, está aí dentro. Chama-se beleza interior. E se você não for você, então quem você será?

(melancolica-mente)

My life.

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